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porRafael Hobold

Bloco K 2019 – Entenda como lançar essa obrigatoriedade

O Bloco K é uma obrigatoriedade que faz parte das informações que devem ser entregues ao SPED Fiscal ICMS/IPI, que constitui-se no livro eletrônico de Registro de Controle da Produção e do Estoque, livro que destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento.

Essa obrigatoriedade atinge todas as indústrias do Brasil fora do Simples Nacional e do MEI, ou seja, todas as empresas além disso, precisam entregá-lo ao Fisco.

O Bloco K 2019 deve ser lançado a partir de 1º de janeiro, para os estabelecimentos classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE.

Como funciona o Bloco K 2019

O Bloco K destina-se a prestar informações mensais prestar informações mensais da produção e respectivo consumo de insumos, bem como do estoque escriturado, entre outros. Ele surgiu como uma forma de substituir a escrituração em papel do Livro de Registro de Controle da Produção e do Estoque.

Para lançar adequadamente essa obrigatoriedade, é necessário fazer a escrituração do livro que faz parte da EFD, que é um projeto dentro do SPED onde o Bloco K se encontra. Abaixo, é possível entender melhor as especificidades que foram publicadas no Diário Oficial da União:

Especificações do Bloco K 2019

“Estabelecimentos industriais pertencentes a empresas com faturamento anual igual ou superior a R$300.000.000,00:

(i) a partir de 1º.1.2017, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 (estoque escriturado) e K280 (correção de apontamento – estoque escriturado), para os estabelecimentos classificados nas divisões 10 a 32 da CNAE;

(ii) escrituração completa do Bloco K:

ii.a) a partir de 01/01/2019, para os estabelecimentos classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE;

ii.b) a partir de 01/01/2020, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 27 e 30 da CNAE;

ii.c) a partir de 01/01/2021 para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 28, 31 e 32 da CNAE, as quais contemplam o setor de máquinas e equipamentos.
Deverão, também escriturar os Registros K200 e K280, que se referem somente aos saldos de estoques:

a) a partir de 01/01/2018, em relação aos estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da CNAE (onde está inserido o setor de máquinas e equipamentos) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$78.000.000,00. A escrituração completa será feita de forma escalonada, ainda não definida;

b) a partir de 01/01/2019, para os demais estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 (onde está inserido o setor de máquinas e equipamentos), para os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da CNAE e os estabelecimentos equiparados a industrial a escrituração completa será feita de forma escalonada, ainda não definida.”

Principais registros do Bloco K 2019

Os principais registros em destaque no Bloco são:

  • Registro 0200: tabela de identificação do item, onde mostram todos os cadastros de produtos e serviços da empresa.
  • Registro 0210: consumo específico padronizado, que apresenta uma lista padrão de todos os produtos acabados ou semiacabados da empresa.
  • Registro K230: itens produzidos, mostrando toda a produção efetuada pela empresa no período, incluindo a informação da ordem de produção, produto da ordem de produção, e quantidade produzida.

Existem alguns outros além desses registros, assim como existem novos que foram adicionados em 2016:

  • Registro K210 – Desmontagem de mercadorias – Item de origem;
  • Registro K215 – Desmontagem de mercadorias – itens de destino;
  • Registro K260 – Reprocessamento/reparo de produto/insumo;
  • Registro K265 – Reprocessamento/reparo – Mercadorias consumidas e/ou retornadas;
  • Registro K270 – Correção de apontamento dos registros K210, K220, K230, K250 e K260;
  • Registro K275 – Correção de apontamento e retorno de insumos dos registros K215, K220, K235, K255 e K265;

Conclusão

Para lançar o Bloco K 2019 de forma correta, é importante estar atento aos prazos e suas especificações, garantindo que seja lançado no SPED dentro dos padrões exigidos, apresentando as informações referentes à produção e estoques das empresas que estão enquadradas nos parâmetros estabelecidos.

 

 

porRaphael Fuchter

[Atualização] Novidades do Sistema SIMDATA – versão 1.4.2

O ERP SimData está em constante evolução com melhorias que são proposta por nossa equipe e clientes. Conheça abaixo as novidades do sistema presentes na versão 1.4.2:

Correções e Melhorias Diversas

  • Criado opção para emitir MDF-e por uma empresa de frete próprio;
  • Criado tela de banco de ideias no módulo de CRM;
  • Corrigido erro “index out bounds” que não definia o preço base do produto e não conseguia calcular o desconto informado no pedido em alguns casos;
  • Corrigido erro de duplicar pedidos com contas a receber “manuais”;
  • Criado verificação no botão pesquisar, para ver se o MD-e já foi importado/cadastrado em Compras Entradas e então já passar ele para importado automaticamente;
  • Criado botão para visualizar o XML da NF-e antes da sua emissão;
  • Criado opção de permitir imprimir NF-e antes dela ser emitida;
  • Corrigido tamanho dos “Dialogs” nas impressões (problemas em resoluções baixas);
  • Criado tela de cadastro de patrimônio, requisição de patrimônio e relatórios referentes;
  • Criado botão na tela de Parceiro, para buscar dados do parceiro na receita (apenas CNPJ);
  • Criado botão para exportar tela de Movimento de Estoque para o Excel;
  • Criado barra de progresso para quando estiver fazendo upload ou download de um arquivo no sistema;
  • Corrigido erro ao modificar cadastro de parceiro do tipo “Outros” para “Fornecedor”;
  • Criado verificação para não deixar criar um inventário do mesmo produto na mesma data;
  • Adicionado coluna de ICMS-ST nos relatórios de Entradas por Produto e NF-e por Produto;
  • Criado filtro por UF no Rel. de Entradas Por Produto;
  • Criado botão para compartilhar a NFS-e;
  • Corrigido para não aceitar as alíquotas maiores que 100% na tela de Compras Entradas;
  • Corrigido, melhorado e atualizado tela e tabela de IPBTAX;
  • Correções e melhorias na tela de ticket/atendimento;
  • Novas opções na emissão de NFS-e (Responsável pagamento imposto, município incidência do serviço e contas a receber diretamente pela NFS-e);
  • Criado CFG (configuração) para permitir ou não imprimir o pedido antes dele estar emitido;
  • Removido campo de DESCONTO FINANCEIRO da tela de pedido (Entre em contato para maiores informações);
  • Alterado o botão EMITIR. Ele foi dividido em 2 botões (Emitir e Gerar NF-e);
  • Corrigido para pedido sem data de emissão aparecer “NÃO EMITIDO” na sua impressão;
  • Melhorias e correções nos processos do pedido;
  • Corrigido impressão da coluna de desconto no pedido (antes aparecia o desconto em percentual e agora aparece em valor);
  • Corrigido erro que agrupava pagamentos de valores iguais no relatório de pagamentos;
  • Corrigido estorno do Borderô;
  • Criado botão “Duplicar” e “Duplicar Todos” na tela de cadastro de Metas dos Vendedores;
  • Corrigido totalizador do frete no relatório de Vendas Detalhadas;
  • Corrigido rateio do frete nos items do pedido;
  • Criado opção para separar estoque fiscal e gerencial automaticamente;
  • Corrigido para definir o consumidor final do pedido quando for uma devolução;
  • Corrigido erro de “NaN” quando o produto não tiver peso informado (erro no calculo do frete por peso);

Força de Vendas

  • Criado opção para enviar os pedidos criado no ERP para o FV;
  • Criado opção para sincronizar os pedidos antigos em uma nova instalação;
porRaphael Fuchter

Como é formada a Chave de Acesso de uma NF-e, NFC-e, de um CT-e e um MDF-e?

A Chave de Acesso de um Documento Fiscal: NF-e, CT-e, NFC-e e MDF-e é formada pelas seguintes informações:

  • cUF – Código da UF do emitente do Documento Fiscal;
  • AAMM – Ano e Mês de emissão da NF-e;
  • CNPJ – CNPJ do emitente;
  • mod – Modelo do Documento Fiscal;
  • serie – Série do Documento Fiscal;
  • nNF – Número do Documento Fiscal;
  • tpEmis – forma de emissão da NF-e;
  • cNF – Código Numérico que compõe a Chave de Acesso;
  • cDV – Dígito Verificador da Chave de Acesso.

Veja abaixo a distribuição da quantidade de caracteres por cada campo que compõe a Chave de Acesso:

 

 

Referência

porRaphael Fuchter

O que é CFOP – Código Fiscal de Operações e Prestações?

O que é?

CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) é responsável pela identificação de uma Operação e o seu Destino. A partir do CFOP é possível saber se uma Operação é Estadual, Interestadual ou com o Exterior, e ainda se é de Entrada ou Saída. Em suma, trata-se de um código numérico que identifica a natureza de circulação da mercadoria ou a prestação de serviço de transportes.

Para que serve?

É através do CFOP que é definido se a operação fiscal terá ou não que recolher impostos.

Obrigatoriedade

O código deve obrigatoriamente ser informado em todos os documentos fiscais da empresa, como por exemplo, notas fiscais, conhecimentos de transportes, livros fiscais, arquivos magnéticos e outros exigidos por lei, quando das entradas e saídas de mercadorias e bens e da aquisição de serviços.

Composição do Código CFOP

Cada código é composto por quatro dígitos, sendo que através do primeiro dígito é possível identificar qual o tipo de operação, se entrada ou saída de mercadorias:

1. Entrada (Compra)

  1. 1.000 – Entrada E/Ou Aquisições De Serviços Do Estado
    Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.
  2. 2.000 – Entrada E/Ou Aquisições De Serviços De Outros Estados
    Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.
  3. 3.000 – Entrada E/Ou Aquisições De Serviços Do Exterior
    Classificam-se, neste grupo, as entradas de mercadorias oriundas de outro país, inclusive as decorrentes de aquisição por arrematação, concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo poder público, e os serviços iniciados no exterior.

 

2. Saída (Venda)

  1. 5.000 – Saídas ou prestações de serviço para o Estado
    Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.
  2. 6.000 – Saídas ou prestações de serviços para outros Estados
    Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário.
  3. 7.000 – Saída ou prestações de serviços para o Exterior
    Classificam-se, neste grupo, as operações ou prestações em que o destinatário esteja localizado em outro país.

 

Abaixo segue lista de CFOP existentes, mas antes primeiro entenda o que significam as colunas indNFeindComunicaindTransp e indDevol presentes na tabela abaixo:

Essas colunas indicam quais CFOP podem ser utilizados e onde podem ser utilizados nas Operações acobertadas por NF-es. As colunas podem estarão preenchidas com dois valores, 0 (zero)  e 1 (um). Quando o valor for 0 (zero) o CFOP não pode ser utilizado, e quando for 1 (um), significa que o CFOP pode ser utilizado

  1. indNFe – Indica os CFOP que podem ser utilizado nos Itens da NF-e;
  2. IndComunica – Indica os CFOP que podem ser utilizados para Serviços de Comunicação. Esses CFOP apenas podem ser utilizados para os modelos 21 e 22 de Documentos Fiscais, ou seja, não podem ser informados em NF-es (modelo 55);
  3. indTransp – Indica os CFOP que podem ser utilizados no Grupo de Retenção do ICMS de Transporte (retTransp);
  4. indDevol – Indica os CFOP que podem ser utilizados para Devolução de Mercadorias.

 

Referência

porRaphael Fuchter

O que é o CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) ?

O que é?

O Código Especificador da Substituição Tributária, estabelece a sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes, conforme definições do Convênio ICMS 92, de 20 de agosto de 2015.

Foi divulgada uma relação das mercadorias e bens, que poderão ser submetidos ao regime de substituição tributária ou ao regime de antecipação do recolhimento do ICMS com encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes e seus respectivos Códigos (identificadores), agrupados por segmentos com características assemelhadas de conteúdo ou de destinação. Essa relação está entre os Anexos de I a XXVIII do convênio 92.

O CEST, a partir do convênio 92 e a Nota Técnica 2015/003 da Sefaz, torna-se um campo no detalhamento dos produtos das NF-es, que identifica a mercadoria sujeita aos regimes de substituicao tributária e de antecipação do recolhimento do imposto.

Outro detalhe importante, é que mesmo nas operações que não estejam sujeitas aos regimes de Substituição Tributária ou de antecipação do recolhimento do imposto com mercadorias ou bens listados nos Anexos de I a XXVIII, deve-se mencionar o CEST no documento fiscal que acobertar essa operação.

O CEST é composto por 7 (sete) dígitos e é subdivido da seguinte forma:

Para compreensão da composição do código CEST, define-se no convênio:

  • Segmento: refere-se ao agrupamento de itens de mercadorias e bens com características assemelhadas de conteúdo ou de destinação, conforme previsto no Anexo I deste convênio;
  • Item de Segmento: refere-se a identificação da mercadoria, do bem ou do agrupamento de mercadorias ou bens dentro do respectivo segmento;
  • Especificação do Item: refere-se ao desdobramento do item, quando a mercadoria ou bem possuir características diferenciadas que sejam relevantes para determinar o tratamento tributário para fins dos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto.

 

A identificação e especificação dos itens de mercadorias e bens em cada segmento, nos termos dos Anexos II a XXVI, bem como suas descrições com as respectivas classificações na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado – NCM/SH , serão tratadas em convênio, observada a relação constante na alínea “a” do inciso XIII do § 1º do art. 13 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2016. Somente a partir dessa data se faz necessário o envio do CEST nos documentos ficais que acobertarem operações com mercadorias ou bens contantes nos Anexos de I a XXVIII.

porRaphael Fuchter

O que é uma Manifestação do Destinatário?

O que é?

  • A Manifestação do Destinatário (MDe) é um Evento que o destinatário de uma Nota Fiscal Eletrônica emite visando informar ao fisco sobre o andamento de uma operação de produtos e/ou serviços prescritos na referida NF-e. Desta forma o destinatário tem um mecanismo de autenticação para notas emitidas contra o seu CNPJ, possibilitando que o mesmo avise ao fisco sobre notas emitidas por terceiros com ou sem o seu conhecimento.

Por que se manifestar?

  • Capacidade de identificar todas as NF-e emitidas no país onde seu CNPJ aparece como destinatário, o que possibilitará a identificação do uso indevido da sua identificação;
  • Assegurar e resguardar o destinatário em operações concluídas, não concluídas ou desconhecidas;
  • Possibilidade de download do arquivo XML completo da NF-e manifestada e Eventos vinculados a essa;
  • Segurança jurídica no uso do crédito fiscal correspondente, pois uma nota confirmada não poderá ser cancelada pelo seu emitente;
  • Registro, junto aos fornecedores, confirmando o recebimento da mercadoria, o que constitui formalmente o vínculo comercial que resguarda juridicamente as faturas comerciais, sem a necessidade de assinatura no canhoto impresso no DANFE.

Há regras para manifestação?

  • A emissão de manifestações é opcional, salvo em alguns casos específicos, onde é exigido a manifestação. Sobre esses prazos e obrigações, consulte o seu contador.
  • Após emitida um MDe tipo Ciência da emissão, a emissão de um dos outros três tipos de manifestações se faz obrigatória para o destinatário, sob pena de multa aplicada pelo fisco (apenas em alguns casos).
  • O prazo para a emissão de uma manifestação definitiva após a emissão de um MDe tipo Ciência da Operação normalmente é de 30 dias, podendo ser mais ou menos dependendo da legislação aplicável à localidade.
  • Quando um MDe tipo Operação não Realizada é emitido, o emitente da NF-e deve se justificar ao fisco sobre o porquê da emissão desta nota contra o CNPJ destinatário;
  • Quando um MDe tipo Desconhecimento da Operação é emitido, fica a critério do emitente justificar ou não a emissão da Manifestação.

Onde se pode consultar os eventos de Manifestação do Destinatário?

 

Referência: http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=yjOJMwFOkA0=

porRaphael Fuchter

[Atualização] Novidades do Sistema SIMDATA – versão 1.4.0

O ERP SimData está em constante evolução com melhorias que são proposta por nossa equipe e clientes. Conheça abaixo as novidades do sistema presentes na versão 1.4.0:

Fiscal

  • Implementado nova versão da NF-e 4.0.
  • Simplificado cadastro de tributação.
  • Criado cadastro simplificado de tributação diretamente na venda.
  • Alterado para empresas do simples nacional definir CST IPI, PIS e COFINS automaticamente, conforme orientação do simples nacional.

Vendas

  • Melhoria para quando abrir a tela de pedidos, primeiro mostrar os pedidos que necessitam de atenção (Pendentes, Força de Vendas, Liberados e NF-e Gerados).
  • Melhoria impressão de etiquetas de produtos para permitir vários modelos.
  • Padronização das formas de pagamento conforme NF-e 4.0.
  • Inserido opção de consumidor final na tela de pedido.
  • Criado opção para fazer o rateio do desconto, direto no campo de desconto do produto.

Financeiro

  • Criado campo “Data do Crédito” no retorno bancário, para quando essa informação não vier no arquivo de retorno.
  • Criado opção de negativação na instrução do boleto (apenas para o banco Itaú).

Ordem de Serviço

  • Criado campo para informar o local de estoque do produto.

Força de Vendas

  • Implementado configuração simplificada do Dispositivo Móvel utilizando QR-code.
  • Implementado configuração de vários dispositivos para o mesmo vendedor.

Correções e Melhorias Diversas

  • Criado cadastro simplificado de parceiros e produtos em diversas telas.
  • Criado consulta de cadastro do parceiro diretamente na receita.
  • Corrigido erro filtro de veículos no relatório de CT-e.
  • Corrigido importações de notas NF-e 4.0.
  • Correções diversas no processo MD-e.
  • Corrigido para apenas informar o veículo na NF-e se for uma NF-e de operação interna (dentro do estado), para evitar erro de validação da receita.
  • Corrigido para atualizar a situação da viagem verificando a situação do CT-e (Apenas transportadoras).
  • Corrigido para bloquear para não deixar gerar CT-e com o valor zerado (Apenas transportadoras).
  • Corrigido para faturar apenas CT-e’s emitidos (Apenas transportadoras).
  • Corrigido para apenas sugerir gerar a GNRE se a nota estiver emitida, for de saída e do tipo normal.
  • Corrigido parar gerar o contas a receber apenas dos CT-e’s com situação emitida.
  • Correção do controle de numeração por município na emissão da NFS-e.
  • Removido campo DDD no cadastro de contato, agora ele pode ser informado juntamente com o número do telefone (mesmo campo).
  • Corrigido código do campo adicional ‘chave de acesso’ da GNRE para o estado do Paraná.
  • Corrigido diferença do CMV entre o relatório de produtos vendidos e a tela de gestão de vendedores.
  • Melhorado mensagem de tributação não encontrada, para melhor entendimento.
  • Corrigido remessa bancária para quando for boleto para cedente com CPF.
  • Corrigido para sugerir o último custo do produto no pedido de compra.
  • Corrigido para não travar a tela de compras entradas quando não encontrar a NF referenciada.
  • Corrigido para o cheque devolvido não calcular o saldo do recebimento.
  • Criado filtro de ordenação no relatório de recebimento.
  • Alterado para permitir alterar a data do contrato.
  • Corrigido para aparecer a situação ‘Cancelada’ na impressão do contrato.
  • Corrigido para quando emitir um pedido de devolução, só informar o transportador na emissão caso houver (travava a tela).
  • Corrigido erro que não marcava o contas a receber como descontado, depois de concluir o borderô;
  • Corrigido erro ao gerar arquivo de remessa do borderô.
  • Inserido totalizador geral no relatório de Comissão.
  • Criado relatório de boletos.
  • Corrigido erro ao criar novo local de estoque.
  • Corrigido erro ao duplicar produto alterando preço e imagens do produto anterior.
  • Corrigido para aparecer os contas a receber sem vendedor no relatório de cobranças.
  • Corrigido campos de valores na tela de contas a receber, pois acontecia alguns erros de valores informados sumirem.
  • Criado filtro no relatório de viagens, para selecionar o tipo do período (data ou previsão) e criado filtro por tipo de frete (normal ou simples).
  • Criado filtro por fornecedor no relatório de entradas por produto.
  • Criado filtro para agrupar por subtotal por cliente no relatório de recebimentos.
porRaphael Fuchter

Rejeição 302: Uso Denegado: Irregularidade fiscal do destinatário – Como resolver?

Rejeição

  • 302 – Uso Denegado: Irregularidade fiscal do destinatário

Causa

Quando for emitida uma NF-e, a Sefaz retornará a rejeição “302 – Uso Denegado: Irregularidade fiscal do destinatário” se o destinatário estiver com algum tipo de irregularidade cadastral. São situações da inscrição estadual que ocasionam a denegação de uso da NF-e:

  • I.E. Suspensa;
  • I.E. Cancelada;
  • I.E. Baixada;
  • I.E. Em Processo de Baixa.

Veja regra de validação da Sefaz:

 

Como Resolver

Nessa situação o emitente do documento pode verificar se a Inscrição Estadual do destinatário está em uma das situações listadas acima (é recomendado que a situação seja informada ao destinatário para que ele verifique sua situação com a Sefaz). É possível realizar a consulta de sua situação cadastral através do site do SINTEGRA ou no Cadastro Centralizado de Contribuinte. Nas consultas é exibido os termos “Habilitado” ou “Não Habilitado”. O resultado “Habilitado” é uma indicação de que não há qualquer restrição em relação à Inscrição Estadual consultada, enquanto o termo “Não Habilitado” indica que a Inscrição Estadual está em uma das quatro situações listadas acima no cadastro da Secretaria de Fazenda.

O emitente de uma NF-e denegada pelo código de retorno 302 nada pode fazer para corrigir a situação. O código de retorno diz respeito a uma irregularidade na Inscrição Estadual do destinatário.

Somente o representante legal do destinatário deverá, junto a Sefaz normalizar sua Inscrição Estadual.

Observação

Uma NF-e Denegada não pode ser corrigida, também não é possível realizar cancelamento ou inutilização. É um status final para a NF-e, logo a numeração não poderá ser utilizada na emissão de uma nova NF-e ou retransmissão da mesma.

 

O emitente pode orientar o seu cliente a entrar em contato com a Sefaz para regularizar a sua situação.

porRafael Hobold

[Atualização] Novidades do Sistema SIMDATA – versão 1.3.9

 

O ERP SimData está em constante evolução com melhorias que são proposta por nossa equipe e clientes. Conheça abaixo as novidades do sistema presentes na versão 1.3.9:

Vendas

  • Melhoria impressão de Etiquetas de produtos para permitir vários modelos
  • Removido Sistema de Controle FLEX(não mais utilizado no sistema)
  • Melhoria controle de regra de tributação para pedidos de vendas

Força de Vendas

  • Implementado configuração simplificada do Dispositivo Móvel utilizando QR-code

Cadastros

  • Implementado no cadastro “Tipo de Contato” para classificação dos contatos de parceiros
  • Removido Bloqueio campo CPF/CNPJ do cadastro de Parceiro
  • Alterado Tamanho para permitir maior descrição no campo endereço dos parceiros
  • Melhoria para cadastro de Vendedores definição de valores padrões para facilitar cadastro

Financeiro

  • Inserido campo “valor” na listagem de documentos vinculados ao Contas a Receber
  • Melhoria cobrança banco SICOOB para permitir emissão de boleto por pessoa Física(CPF)
  • Ajuste para apenas confirmar/ativar contas a receber quando NF-e vinculada emitida
  • Ajuste remessa banco ITAU cb400 quando “Não protestar” enviar “00” no campo 157-158 para poder alterar protesto através do site do banco

Compras/Entradas

  • Modificado campo Base de Calculo IPI para permitir alteração manual do usuário
  • Implementando campos município origem e desdito para entradas de CTes Motivo erro na exportação arquivo do SPED
  • Alteração para Definir código gênero do produto conforme importação do XML

Serviços

  • Melhoria modulo controle de contratos para permitir contratos de locação

Relatórios

  • Alteração para totalizadores no Relatório de Produção
  • Criado Opção para agrupara por cliente no Relatório de Recebimentos
  • Criado Filtro por Fornecedor no Relatório de Entradas por Produtos
  • Novo Filtro por tipo de período no relatório de viagens
  • Inserido Campo filtro produto para modulo de relatórios personalizados

Transporte e Viagens

  • Alterado Forma de Faturamento de Viagens(Melhoria de Processo)
  • Inserido Desconto Financeiro para faturamento das Viagens
  • Inserido coluna Valor Frete na tela de listagem das viagens

CT-e

  • Melhoria para campo IE quando Contribuinte ISENTO
  • Correção ocorrência campo IE bloco Proprietários do Veículo deve ser enviado em branco quando CPF

GNRE

  • Corrigido código do campo adicional ‘chave de acesso’ da GNRE para o estado do Parana.

Correções

  • Corrigido erro filtro de veículos no relatório de CT-e
  • Corrigido emissão de novo boleto e inativação boleto antigo para
  • Correção tela Ordem de Serviço listagem das datas da O.S
  • Correção busca da Natureza Financeira pelo Código tela de Contas a Pagar
  • Retirada Verificação de Validade Certificado Modulo MD-e
  • Correção logotipo da empresa tela de Dados da Empresa
  • Correções tela de NFS-e
  • Removido Recursos e bibliotecas de Mapas do SIMDATA(Este recurso passou a ser diretamente no Google Maps)
  • Corrigido exportação para Excel relatório de NF-e
  • Ajuste para Imprimir CNPJ em Branco quando não informado na emissão do pedido de venda
  • Melhoria campos numéricos tela de Contas a Receber (problema com casas decimais)
  • Corrigido Relatório de Cobrança para imprimir Contas a Receber sem vendedores Vinculados
  • Problema com Preço do produto sendo alterado no processo de Duplicação
  • Corrigido erro tela de Local de Estoque ao cadastrar novo local
porRafael Hobold

Nova Exigência SPED ICMS/IPI para Conhecimento Transporte Eletronico(CTe)

Seguindo orientações do Guia Prático do SPED ICMS/IPI foram realizadas melhorias na geração do registro D100 para os arquivos de integração contábil modelo SPED utilizados no SIMDATA

Registro D100 – NOTAS FISCAIS DE SERVIÇO DE TRANSPORTE  E CONHECIMENTOS DE TRANSPORTES

Sendo incluído os registros:
24 – Código do município de origem do serviço, conforme a tabela IBGE;
25 – Código do município de destino, conforme a tabela IBGE;

Para facilitar o preenchimento destas informações o SIMDATA busca diretamente no arquivo XML os dados sobre origem e destino presentes no CTe.

Esta modificação esta presente a partir da versão 1.3.9 do sistema.

Para mais informações poderá consultar o guia prático do SPED ICMS/IPI;

 

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